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Nacional(P)/PB [BRA]

Atualizado em 24/10/2016
Nome Oficial Nacional Futebol Clube
Fundação  12/06/1988
Status Atual  Em atividade
Endereço  Rua Jerônimo Rosado, 410
Bairro  Centro
Cidade  Pombal
Estado  Paraíba
CEP 
País  Brasil
Retrospecto  Clique aqui para ver todos os campeonatos com participação deste time
Localização 
Telefone 
Apelido  Camaleão do sertão
Mascote 
Uniforme 
Equipe Ranqueada  Nacional(P)
Grafia Orig. 
Grafia Orig. Oficial 
CNPJ  24.234.007/0001-36
Site Oficial 
Outros Sites 
Outros Sites 
Estádios  Francisco Pereira Vieira (Pereirão), Pombal/PB, Brasil
Histórico  Tudo começou em 1988, quando três times de pelada, resolveram se unir para jogar um torneio amador da região chamado Copa Integração. Romero Freitas então com seus 14 anos, já tinha fundado um time chamado Guaranizinho, mas era só para bater uma bola aos domingos. Então, para jogar a copa, ele convidou amigos que faziam parte de dois outros times, um se chamava Flamengo e o outro era o Vasco das Populares (em alusão a um bairro da cidade). Com esta junção, nasceu o Nacional Futebol Clube.
- Nós juntamos os três e formamos uma equipe, que nem tinha nome ainda. Por coincidência, os uniformes que os meninos tinham, algo muito difícil naquela época, havia uma letra N. Então alguém sugeriu que se chamasse Nacional. E foi com este time que nós ganhamos a Copa Integração, composta por oito equipes - contou Romero.
Foram quatro anos disputando campeonatos amadores no Sertão. Segundo Romero, o Nacional costumava vencer quase todos os torneios amadores, e foi por isso, que em uma certa tarde, ele recebeu uma ligação da então presidente da Federação Paraibana de Futebol, Rosilene Gomes.
- Ela soube que tinha esta equipe aqui, que ganhava os campeonatos amadores da região. Rosilene nos convidou a participar do primeiro campeonato da segunda divisão. Naquela época era tudo gratuito. Então, nós fundamos a liga, profissionalizamos a equipe e participamos da segundona - disse.
A primeira participação do time de Pombal foi inesquecível para o fundador Romero Freitas. Na época, ele assumiu o cargo de presidente e junto com jogadores e comissão técnica passou por maus bocados. Ele relembra que o Estádio Pereirão, onde o time vai mandar seus jogos este ano, e também jogava naquela época, não tinha gramado. Para piorar, o time não tinha ônibus e por causa disso, vivenciou a sua maior aventura.
No dia anterior ao jogo, eu procurei o secretário de Esportes e ele autorizou que usássemos o ônibus da prefeitura. Deixamos tudo certo. Quando chegamos na hora de viajar, cadê o ônibus?
Romero Freitas, fundador do Nacional, ao falta sobre a falta de apoio em 1992
Em uma das partidas fora de casa contra um time da cidade de Teixeira, que fica em cima de uma serra, os jogadores tiveram que viajar em cima da carroceria de um caminhão.

- Nós tínhamos um compromisso contra o Sport de Teixeira. No dia anterior ao jogo, eu procurei o secretário de Esportes e ele autorizou que usássemos o ônibus da prefeitura. Deixamos tudo certo. Quando chegamos na hora de viajar, cadê o ônibus? Procuramos o transporte, o motorista e não achamos nada. No desespero, fomos atrás do ônibus de uma banda de forró que tinha na cidade, mas também não deu certo. Aí, em um determinado momento, alguém disse: fulano de tal tem um caminhão. Fomos até a casa deste senhor, que se disponibilizou a nos levar. Os jogadores subiram na carroceria, se agarraram às grades, colocaram um pano na cabeça por causa do sol, e assim, fomos - lembrou Romero.
Os jogadores seguiram por 99 km de Pombal a Teixeira. Eles chegaram meia hora antes da partida. Por causa do atraso, não deu tempo fazer preleção, nem aquecimento. Eram todos vestindo seus uniformes de forma apressada, ainda suados e vermelhos do sol, para entrar em campo. Resultado: o Nacional perdeu por 1 a 0.
- Nós subimos à serra em um carro velhinho, quase não conseguimos. Na volta foi pior. Já era noite, uma escuridão danada, todo mundo morrendo de medo de faltar freios no carro, mas no final deu tudo certo, ou seja, chegamos todos vivos em casa - ressaltou o fundador.
Mas esta não foi a única aventura do time. Em outra partida, em Sapé, no brejo paraibano, o problema não foi o transporte, mas sim a comida. A alimentação ficava a cargo da equipe mandante, no caso o Confiança. E eles preparam uma bacia de bolinhos de queijo para os atletas do Nacional.
- Foi a última vez que eu me alimentei fora com a outra equipe pagando. Na volta, a gente não parou menos de trinta vezes. Chegou todo mundo magro e suado. O objetivo deles era que os bolinhos fizessem efeito na hora do jogo, mas não fez. Entretanto, quando acabou a partida, a gente quase não chega em Pombal. Este primeiro ano foi sensacional, foi uma aventura para ficar na história - brincou.
Depois disso, o ex-presidente comunicou à Federação que não pagava mais almoço para nenhum time e também não queria que ninguém pagasse para o Nacional.
Apesar de todas as dificuldades, o Alviverde conseguiu fazer uma boa campanha. No primeiro turno ficou em terceiro lugar e no returno, conseguiu a segunda colocação. Isto jogando apenas com atletas da cidade.
Nos dois anos seguintes, o time não conseguiu o mesmo desempenho e amargou a lanterna da competição. Em 1994, o time chegou a ser goleado por 9 a 0, pelo Catolé. Depois disso, o Nacional fechou as portas só voltando em 2014.
Fonte: globoesporte.com.br
Presidentes  2015: José Nildo
2014: Romero Freitas
Hino 
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