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Labor/AM [BRA]

Atualizado em 01/05/2016
Nome Oficial Labor Futebol Clube
Fundação  ??/??/195?
Status Atual  Extinto
Endereço  Usina Labor - Fundos
Bairro  Educandos (antigo Constantinópolis)
Cidade  Manaus
Estado  Amazonas
CEP 
País  Brasil
Retrospecto  Clique aqui para ver todos os campeonatos com participação deste time
Localização 
Telefone 
Apelido  Pavão de Constantinópolis
Mascote 
Uniforme 
Equipe Ranqueada  Labor
Grafia Orig. Oficial 
Site Oficial 
Outros Sites 
Outros Sites 
Estádios 
Parque Amazonense (Prado), Manaus/AM, Brasil
Otilio Farias (Alçapão de Constantinópolis), Manaus/AM, Brasil
Histórico 
O Labor Esporte Clube foi uma agremiação da cidade de Manaus (AM). O Pavão de Constantinópolis foi Fundado na década de 50, por funcionários da Usina Labor, liderados por Otilio Farias.

A sua sede e o Estádio Otilio Farias (antigo Campo Uzinal) ficavam situados nos fundos da Usina Labor, no Bairro de Constantinópolis (atual Educandos), em Manaus.

Extinto por volta de 1965. O seu maior rival era o Educandos Atlético Clube. O Labor participou de cinco edições do Campeonato Amazonense da 1ª Divisão: 1957, 1958, 1959, 1962 e 1963,

DEBUTA NA ELITE AMAZONENSE EM 1957

O Labor dirigiu um pedido para a F.A.D.A. (Federação Amazonense de Desportos Atléticos), no dia 29 de maio de 1957, a fim de debutar no Campeonato Amazonense da 1ª Divisão daquele ano. Dois dias depois a entidade máxima do futebol Baré aceitou.

O que foi especulado na época é que o principal fator que ajudou o Labor a ingressar foi o seu estádio, uma vez que existia uma escassez de bons estádios, e como o Labor contava com o "Alçapão de Constantinopolis" (alcunha do estádio), facilitou a decisão ser favorável ao ingresso a Primeira Divisão Fadense.

Após toda a celeuma, o Labor realizou um amistoso nos seus domínios, diante do tradicional Nacional, então Vicecampeão Estadual de 1956, no sábado, dia 1º de junho de 1957. E o Labor mostrou que não se limitava apenas a ter um bom estádio. No final da peleja, goleou o Nacional por 4 a 1. O árbitro da partida foi Álvaro Maranhão, e contou com uma Renda de Cr$ 18.342,00. Vale registrar que antes desta partida, o Labor havia enfrentado o Fast Club por duas vezes, no seu campo, e também saiu invicto (foram dois empates).

No entanto, tal decisão acarretou descontentamentos de outras equipes, como por exemplo, do Climax, da Segunda Divisão, que pediu o seu desligamento da F.AD.A. por se sentir desprestigiada.

Ainda em 1957, o Labor realizou a sua primeira partida em nível nacional. O clube enfrentou a Seleção do Acre, na tarde de domingo, no dia 22 de Dezembro de 1957, no Estádio Parque Amazonas, em Manaus. No final, melhor para os Acrianos que venceram por 3 a 2. Gols de Gravata, de cabeça, e Olavo, de pênalti para o Labor; enquanto Roberto, duas vezes, e Fuéd marcaram para os visitantes.

Em 1961 o Labor já dava sinais de que a sua extinção estava começando a ganhar os primeiros contornos. Após uma campanha ruim, na temporada anterior, o que se falava por de trás dos bastidores era que o clube poderia não disputar o Estadual.

No final, o Labor confirmou a sua presença. Mas para disputar a Elite do Futebol Amazonense, o Labor precisaria lutar pela vaga com o Expressinho, campeão da Segunda Divisão, numa melhor de quatro pontos. Por fim, o Labor conseguiu vencer o 1º jogo por 3 a 2 e no segundo, novo triunfo por 4 a 1. Gols de Fabio e Hilton, ambos dois gols cada; enquanto Charuto fez o tento de honra do Expressinho.

Apesar de ter vencido e permanecido na Primeira Divisão, o Labor foi inserido na Série B, que não era a Segundona, uma vez que já existia uma, mas também não enfrentou as principais equipes.

A organizadora da competição: a F.A.D.A. mais uma vez realizou um campeonato longo e confuso como nas edições anteriores. Voltando ao Estadual da Série B de 1961, começou bem vencendo os seus dois primeiros jogos: 3 a 1 no Internacional e 1 a 0 no Clipper. No final, a equipe comandada por Luiz Fortaleza venceu os três turnos e faturou o título com uma rodada de antecipação.

Mesmo assim, o Labor teve que enfrentar o América, último colocado na Série A, para retornar a Primeira Divisão. Venceu o 1º jogo por 2 a 1 e o último pelo placar de 4 a 1, retornando a elite amazonense.

No Estadual de 1963, o Labor começou mal os dois turnos e deu uma melhorada no terceiro. Chegou a liderar até a derrota suada para o Rio Negro por 1 a 0. A partir daí a equipe caiu de rendimento.

Em 1964, o Labor deixou o profissionalismo. Disputou o Campeonato Manauara de Amadores, também sob a tutela da F.A.D.A. No Grupo B, terminou o 1º turno em segundo lugar, atrás do Estrela do Norte (apenas os campeões das Chaves A e B avançavam para a decisão do turno).

Após essa competição o Labor foi gradativamente sumindo do noticiário até se extinguir, deixando um vazio para os moradores do Educandos.

Na década de 70, surgiu um outro Labor Esporte Clube, também do mesmo bairro, que participou do campeonato amador, mas sem nenhum vinculo com o anterior.

Pesquisa: Julio Bovi e Sérgio Mello (autor do redesenho do escudo e uniforme)

Fonte: Jornal do Commercio (AM)

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